Angola is located on the western coast of Southern Africa, with the following geographic data:

  • Latitude – North – 04°22`G / South – 18°02`G.
  • Longitude – East – 24°05`E.G / West – 11°41`E.G
  • Surface: 1,246,700 km2
  • Extension of the Atlantic Coast: 1,650 Km
  • Land Borders: 4,837 Km
  • Countries bordering the North: Republic of Congo and Democratic Republic of Congo.
  • Countries bordering the East: Democratic Republic of Congo and Republic of Zambia .
  • Countries bordering the South: Republic of Namibia.
  • West: Atlantic Ocean.
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Map of Angola

 

Angola has 18 provinces:

Province / Capital
Bengo – Caxito
Benguela – Benguela
Bié – Kuito
Cabinda – Cabinda
Kuando-Kubango – Menongue
Kwanza-Norte – N’dalatando
Kwanza-Sul – Sumbe
Cunene – Ondjiva
Huambo – Huambo
Huíla – Lubango
Luanda –  Luanda
Lunda-Norte –  Dundo
Lunda-Sul -Saurimo
Malanje – Malanje
Moxico –  Luena
Namibe – Namibe
Uíge – Uíge
Zaire – M’Banza Congo

Approximately 65% ​​of the territory is at an altitude between 1,000 and 1,600 metres.

The official currency is the Kwanza. The official language is Portuguese although several other official languages ​​coexist, such as Kikongo, Kimbundu, Tchokwe, Umbundo, Mbunda, Kwanyama, Nyaneka, Fiote, Nganguela, among others.

 

The Climate

The Angolan climate has two seasons: the rainy season, from September to May, and the Cacimbo (dry season), from May to September.

The country is geographically located in the middle of two distinct climatic regions:

  • the Coastal Region – with an annual average relative humidity of 30% and an average temperature above 23°C;
  • the Interior Region – sub-divided into the Northern Zone, with high rainfall and high temperatures, and the South-Western Zone, semi-arid as a result of its proximity to the Namib Desert, and subject to large masses of continental tropical air.

Average temperatures in the country are: 27°C maximum, 17°C minimum.

This climatic diversity entails great potential for tourism, namely due to a rich and diverse natural heritage, in terms both of flora and fauna, and great conditions for the practice of all kinds of leisure and adventure activities.

 

Flora

The country can be divided into five types of natural areas: Rainforest, such as Maiombe, which contains some of the world’s rarest woods; Savannah, usually associated with forests such as the Lundas; Dry grasslands with trees or shrubs, found in Luanda, lower Kassanje and certain areas of the Lundas.

There are also Steppe regions along a strip that begins South of Sumbe and, finally, Desert, which occupies a narrow coastal strip at the southernmost part of the country, where we can find a species that is endemic to Angola and unique in the world, called “Welwitchia Mirabilis “.

Fauna

Countless species are spread over various regions. In the Mayombe forest, we can find Gorillas, Chimpanzees and Parrots. In more humid natural areas in the north, centre, and east, we have the Olongo (Greater Kudu), the Palanca Negra Gigante (Giant Sable Antelope), an endangered endemic species, unique in the world, the Seixa (Blue Duiker), and the Elephant.

In drier regions we can find Cabras de Leque (Springboks), Guelengues do Deserto (Orix), Wildebeest, Impalas, Cheetahs, Buffaloes, Zebras and Giraffes.

A bit all over the territory, we can see Hyenas, Palancas Vermelhas (Roan Antelopes), Lions, Leopards and Hippos.

In terms of aquatic fauna, there is also a huge variety of species of fish and other organisms living in the coastal area and rivers.

Major Rivers

The main river in Angola is the Kwanza, which gave the name to the country’s national currency. It is 1000 km long, of which only 240 km are navigable. There are also the Kubango, with 975 km, the Cunene, 800 km and at the bottom of the list of the largest four rivers in the country the Zaire, 150 km in length, all of it navigable.

 Mineral Resources

It is estimated that the Angolan subsoil contains 35 of the 45 most important mineral resources in the world, in terms of commercial interest. Highlights include oil, natural gas, diamonds, iron, copper, magnesium and gold, among others.

 

 

 

 

O Bengo é a província mais recente de Angola. Foi parte integrante da província de Luanda, até a publicação do decreto nº. 3/80 de 26 de Abril, altura em que foi criada como a mais nova província do país.

Ainda em fase de crescimento, a sua riqueza mineral, agrícola e cultural coloca-lhe no patamar das mais promissoras de Angola, em termos de desenvolvimento, bem como na aplicação de planos que visam garantir sustentabilidade de empreendimentos públicos e privados.

A província do Bengo é aquela que mais próximo se encontra do centro político, administrativo e de negócios do país.

Essa proximidade geográfica a Luanda é de um vasto e diversificado mercado, concede aos potenciais investidores condições particulares de atractividade e de deslocalização das actividades dado o congestionamento e saturação da capital do país.

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Fundada a 17 de Maio de 1617 por Manuel Cerveira Pereira com o nome de São Filipe de Benguela, durante a ocupação de Portugal pelos Filipes, gozava de grande autonomia e foi sede administrativa de uma vasta região (dela dependiam os distritos do Bailundo, Dombe Grande, Quizamba, Huambo, Galengues e Sambos, Quilengues, Huíla e Bié).

Benguela teve sempre uma importância primordial na organização de Angola, sendo até aos anos 60 a segunda cidade do país. Foi um importante entreposto comercial, principalmente, na era do comércio da borracha e marfim depois de 1938. É também conhecida como a cidade das “Acácias Rubras”, pela presença desta bonita árvore pelas ruas.

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O Bié é uma província que está localizada no centro de Angola. A presença da colonização portuguesa começou em 1560, quando o padre Gonçalo da Silveira chegou na época do expansionismo da potência colonial.

Mas só em 1572 é que os portugueses começaram a interessar-se pelo Bié, tendo nomeado seu primeiro Capitão-mor o juiz Joaquim Rodrigues, que se instalou em Ekovongo, antiga Embala principal da região. Em 1843, o então governador-geral de Angola, José Bressame Leite, orientou a exploração do sertão do Bié a um comerciante, altura em que começava a preparar a ocupação do território, mas a resistência do povo bieno fez gorar tais projectos. Na época colonial tinha a designação de Silva Porto. É referenciada como “cidade mártir”, por ser a que mais sofreu os efeitos da guerra.

A população é maioritariamente de origem Ovimbundu. É formada por grupos étnicos de origem Bantu, nomeadamente os Kibalas ou Ngoiias, oriundos dos Kimbundos em Kalussinga (Andulo), os Songos a Norte, os Bailundos e Bienos descendentes dos Mbundos, fixados os primeiros no Andulo e Nhârea e os segundos no Chinguar, Cunhinga, Catabola e Camacupa. Os Luimbis ou Luenas do Kwanza e os Ambuilas no Chitembo, enquanto a faixa Leste da província de Norte a Sul é povoada pelos Kiokos.

Tem como língua nacional o Umbundu e as festas da cidade realizam-se de 15 a 31 de Agosto.

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Cabinda é a província mais a norte de Angola. É um enclave que faz fronteira a norte com a República do Congo, a este com a República Democrática do Congo e a oeste com o Oceano Atlântico.

A chegada dos portugueses a Cabinda dá-se no século XV quando Diogo Cão ali desembarcou, trocando presentes com o rei do Congo e estabelecendo com ele uma forte relação comercial, sendo a venda de escravos a nota mais dominante. Cabinda foi parcela do antigo reino do Congo, atribuída a Portugal por ocasião da Conferência de Berlim em 1885, altura em que nasceram também o Congo Belga (actual República Democrática do Congo) e o Congo Francês (actual República do Congo). Quando a Bélgica reivindicou uma saída para o mar, Cabinda tornou-se um enclave.

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A designação Kuandu Kuvangu (Cuando Cubango) provém dos dois rios: (1) Cuando, situado a Este, que nasce na província do Moxico, e cuja afluência é o rio Zambeze. (2) Cubango, a oeste, que nasce no Planalto Central, suas águas correm para sul, atravessando alguns países como a Namíbia e Botswana. Foi a influência estrangeirista que mudou esta etimologia, fazendo-lhe surgir o indesejado Cuando Cubango. Portanto, o colonizador mudou as letras: “K” para “C”, “U” para “O” e “V” para “B”.

A capital da província é (Vunonge) Menongue, que é o nome actual. O nome antigo era Serpa Pinto.

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A província do Cuanza Norte, que terá sido baptizada com o nome de Salazar durante a época colonial, e também conhecida como “Cidade Jardim”, ficou marcada pela guerra, sobretudo depois das eleições de 1992, tendo sofrido os seus efeitos, a pilhagem e a destruição dos edifícios públicos e dos bens da população. Com o estabelecimento da paz, a província tem procurado não só atrair investimentos nacionais e internacionais, como também mostrar as potencialidades da região com o objectivo de recuperar e de relançar a sua economia.

O Cuanza Norte está ligada à história do reino do Ngola, pois foi neste território, mais exactamente na região actualmente designada Matamba, no município de Samba Cajú, que nos longínquos anos de 1650 viveu a rainha Ginga Mbandi.

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A província do Cuanza Sul foi fundada em 1769 por Dom Francisco Inocêncio de Sousa Coutinho que na altura era o Governador Geral da Província de Angola inicialmente com o nome de Novo Redondo, em homenagem à casa senhorial de Redondo em Portugal.

Sumbe, a capital da província é uma palavra de significado comercial, origem kimbundo “kusumba”, equivalente a comprar ou vender prática que se fez corrente entre os autóctones e os negociantes portugueses e ingleses no litoral do Cuanza Sul. E foi essa a designação que deu origem ao nome à localidade durante muito tempo conhecida por Sumbe, hoje, cidade costeira, capital da província do Cuanza Sul.

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A província do Cunene situa-se na região sul de Angola, a capital é Ondjiva, compreendida entre os paralelos 15º10’S e 17º24’S e os meridianos 13º17’E e 17º23’E, respectivamente. Tem uma superfície de 77, 213km2 e uma faixa fronteiriça com a Namíbia de 460 km, dos quais 120 km correspondem ao troço internacional do rio Cunene, desde as quedas do Monte Negro as do Ruacaná, daí seguindo para Este numa extensão de 340km até ao marco 55.

O Cunene deixou de pertencer ao então distrito da Huíla a 10 de Julho de 1970, data que actualmente é considerada dia da província, fundada pelo General Pereira N’dença.

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A 8 de Agosto de 1912 o então governador-geral de Angola, o general português José Mendes Ribeiro Norton de Matos, inaugurava a cidade do Huambo, capital da província com o mesmo nome, ávido em querer torná-la na capital da colónia angolana.

O nome da urbe é uma homenagem ao mítico caçador Wambo Calunga, oriundo do Kwanza Sul, que se instalara na localidade de Muangunja, no município da Caála, cerca de 28 quilómetros do local onde actualmente é a sede da província.

Contrariamente ao que muitas fontes históricas sustentam, não foi este caçador quem fundou a cidade do Huambo, mas sim o general Norton de Matos.

Logo após a fundação, a cidade do Huambo deu um grande impulso na vida social e económica, principalmente no ramo do comércio, indústria, agricultura, pecuária e construção de infra-estruturas sociais, cujos efeitos positivos e significativos para o desenvolvimento da província tornaram-na numa referência nacional em diversos domínios da vida.

 

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Na província da Huíla, os primeiros contactos dos europeus com a região dão-se por volta de 1627. Por volta de 1880 os Bóeres tentam estabelecer os primeiros assentamentos na Humpata. Em 1885 é fundada a colónia de Sá da Bandeira por emigrantes da Madeira.

A 2 de Dezembro de 1901 é fundado o distrito da Huíla, como consequência da divisão do distrito de Moçâmedes do qual fazia parte até então. Assim, a capital era a vila de Sá da Bandeira. A 31 de Março de 1923 Sá da Bandeira foi elevada a cidade quando a ferrovia chegou finalmente ao planalto central.

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Luanda (antigamente Loanda) é a capital do país e da província homónima. Luanda é a maior cidade de Angola. Banhada pelo Oceano Atlântico, é também o principal porto e centro económico do país.

Foi fundada a 25 de Janeiro de 1576 pelo fidalgo e explorador português Paulo Dias de Novais, sob o nome de São Paulo da Assunção de Loanda.

Hoje, conta com uma população de aproximadamente cinco milhões de habitantes (estimativas de 2012), que a torna a terceira mais populosa cidade lusófona do mundo, atrás de São Paulo e Rio de Janeiro, no Brasil.

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A Lunda Norte é o resultado da divisão da então Província da Lunda, criada enquanto distrito, no final do séc. XIX, precisamente à 13 de Julho de 1895 pelo então regime colonial português. A criação do distrito da Lunda esteve estritamente ligada à questão dos diamantes, recurso este que superaria a cera e a borracha que inicialmente interessavam aos portugueses nas terras de Muatianvua.

Com a capital em Henrique de Carvalho, hoje Saurimo, as autoridades coloniais desenvolveram progressivamente a indústria mineira na Lunda com maior incidência no extremo nordeste da região.

A província da Lunda Norte (cuja capital é a cidade do Dundo) nasceu da subdivisão da Lunda, ao abrigo do decreto nº 48 de 1978, em Lunda Sul e Lunda Norte.

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Lunda-Sul recebe o estatuto de província em 1978 com a divisão da Lunda em Lunda Norte e Lunda Sul. Os lunda-cokwe formam a maior parte dos habitantes da Lunda Sul coabitando com os Bângala, Xinge, Minungo, Luvale, Mbunda e Baluba (grupo étnico resultante da mistura dos povos da região do Moxico e Lunda Norte).

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Conhecida como a província da Palanca Negra Gigante, Malanje é também a terra da rainha Nzinga Mbandi, e dos ritmos da marimba. Destaca-se como principal acontecimento da história recente, o massacre da Baixa de Kassanje, considerado como sendo o primeiro grande momento da rebelião nacionalista angolana, em que a 4 de Janeiro de 1961, trabalhadores da firma Cotonang se revoltaram e foram fortemente reprimidos tendo sido causadas, para o efeito, várias mortes.

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Situada no extremo leste de Angola, a província do Moxico é a maior do país. A cidade do Luena (no tempo colonial chamava-se Luso) é a capital da província. O nome da província provém do termo “muxico” que é o nome dado a uma espécie de cesto ou mochila tradicional que servia para transportar víveres e armas para a luta de resistência à ocupação colonial portuguesa. O mel da região é famoso pelas suas propriedades medicinais, obtido a partir das flores de alguns tipos de árvores como o mussixi e a muvuca.

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Em 1485 Diogo Cão desembarcou na região que foi baptizada como Angra das Aldeias, e mais tarde como Moçamedes, que foi o primeiro assentamento no Sul de Angola. Entre 1665 e 1676 a zona foi visitada com uma certa frequência por barcos que navegaram para sul, na expansão marítima europeia. Nessa altura a baía tinha o nome de Angra do Negro, sendo mais tarde baptizada de Moçamedes.

Em 1840 aquando da fundação do presídio começam a chegar os primeiros pescadores do Algarve e são montadas as primeiras feitorias na região.

O Namibe é a província onde o deserto se encontra com o mar, criando paisagens de rara beleza.

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Antes da Conferência de Berlim que cortou a África à “régua e esquadro” a zona que hoje compõe a província do Uíge fazia parte do Reino do Congo (que para além da zona norte de Angola compreendia também os dois Congos actuais).

A província faz fronteira com a República Democrática do Congo e com a província do Zaire,  a norte, com a província de Malanje, a este, com a província do Kwanza Norte, a sudeste,  e com a província do Bengo, a sul. Sua capital é a cidade do Uíge (antiga Carmona).

É constituida por 16 Municípios, a maior Provincia com mais unidades administrativas.

A província tem uma população basicamente camponesa e de etnia bakongo e alguns kimbundo e a principal língua falada é o kikongo.

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A zona que é hoje território do Zaire fazia parte do Reino do Congo. A capital do antigo Reino do Congo situava-se na área que é hoje Mbanza Congo, a sede da província. Nzinga Mbemba, o rei do Congo na data da chegada à zona dos exploradores portugueses criou laços de cordialidade e entendimento comercial com o explorador português Diogo Cão que desembarcou na região em 1483.

Em 1500,  o rei converteu-se  ao cristianismo e foi baptizado como Afonso I. A relação do comercial dos bakongos e dos portugueses baseava-se sobretudo no tráfico dos escravos. Os bakongos capturavam e vendiam os escravos aos portugueses que os enviavam para a Europa, Brasil e para a Ilha de São Tomé.

Mais tarde, porém, em 1526 queixava-se Afonso I que o “apetite desmesurado” por escravos por parte dos portugueses estava a fragilizar o seu reino, tendo mesmo escrito uma carta queixando-se de facto. A sangria do reino, no entanto continuou, até ao século XVIII.

No Soyo estão instaladas as principais empresas petrolíferas que directa ou indirectamente sustentam a maioria da população.

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